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Governo quer realizar 14 leilões ainda esse ano

Ministério da Infraestrutura pretende realizar 14 leilões realcionadas ao setor ainda esse ano. Clique aqui para ler mais

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Segundo o ministro Tarcísio Freitas, mesmo com as incertezas geradas pela pandemia do vírus chinês e seus impactos sobre a economia, o ministério da Infraestrutura pretende realizar 14 leilões realcionadas ao setor ainda esse ano.

De acordo com o ministro o processo iniciará no mês de agosto. Sendo o primeiro leilão de dois grandes terminais de transporte de celulose no porto de Santos. Segundo o ministro esse leilão tem previsão de 420 milhões de reais em investimentos. Os terminais leiloados fazemn parte de 11 arrendamentos portuários que devem acontecer ainda este ano.

Segundo semestre de investimentos

Logo após os leilões desses terminais de celulose, o minstério da infra-estrutura pretende publicar um edital de concessão do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol). Segundo o ministro o edital será lançado até o final de setembro. Ele também explicou que a expectativa é que o projeto receba 3,3 bilhões de reais em investimentos.

De fato ainda no segundo semestre, o governo prepara as concessões das rodovias BR-153, entre Goiás e Tocantins, e BR-163, entre Mato Grosso e o Pará. De fato as duas rodovias são importantes vias de escoamento da safra de grãos da região. Segundo o minstro a expectativa é que haja um investimento de cerca de 9,5 bilhões de reais.

“O fato de seguirmos em frente com as concessões está calcado nas conversas que temos tido com investidores”. Disse o minsitro Tarcísio Freitas.

Contudo não para por aí, além dos 3 grandes leilões deste ano. Outro grande empreendimento divulgado pelo ministério da infra-estrutura é a concessão da rodovia Nova Dutra, entre os estados de São Paulo e o Rio de Janeiro.

“Nove empresas se inscreveram para fazer reuniões (com o governo sobre o projeto) e impressionou o conhecimento de cada uma delas…e com certeza mostra que estão se habilitando para fazer oferta”. Disse Freitas sem citar nomes. “Já percebemos movimentos de gente contratando assessores financeiros e bancos para fazer estruturação de suas propostas. Inclusive empresas estrangeiras que não estão posicionadas no Brasil”. Acrescentou.