A empresa brasileira Embraer (EMBR3) tem como objetivo retomar suas entregas de aeronaves comerciais em volumes superiores a 100 unidades por ano, mas está enfrentando concorrência acirrada de empresas como Boeing e Airbus.
Além disso, a pandemia e a crise na cadeia de fornecedores têm apresentado desafios para a companhia. Antes da crise de 2008, a Embraer entregava mais de 150 aeronaves por ano na aviação comercial, mas no ano passado, a empresa entregou apenas 57 unidades, abaixo da projeção traçada entre 60 e 70 unidades.
O presidente da Embraer, Francisco Gomes, afirmou que espera voltar a entregar mais de 100 aeronaves por ano nos próximos anos, mas que seria muito otimista esperar atingir os níveis de meados de 2008, quando a companhia entregou mais de 160 jatos comerciais.
Ele afirmou que o mercado chinês será muito importante para a empresa nos próximos anos e que a Embraer espera expandir sua presença local com a certificação do E195-E2, sua maior aeronave comercial. Com a reconfiguração do mercado global de aviação comercial após a pandemia, as companhias aéreas estão buscando aviões maiores, principalmente nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo, o que pode ser um desafio para a Embraer, que tem forte atuação em jatos de médio porte.
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